quarta-feira, março 21, 2007

No Pain, No Gain

O título da postagem é, por assim dizer, a frase do dia ou a frase de muitos dias(visto que tô pensando nela desde a semana passada).


"Sem Dor, Sem Ganho" é a tradução. A mais pura verdade, por sinal. Ou alguém acha que dá pra ganhar alguma coisa sem se esforçar ou sem ter se fudido no meio do caminho?

Exceção mesmo à frase é o exemplo do filho de pai rico, que não se esforça bulhufas para manter o patrimônio da família (quando há esforço pra se manter um patrimônio, isso sim, exige dor).

Quem sofreria, no caso, seria o possível herdeiro do filhinho de papai, cujo patrimônio já teria se esfacelado nas mãos do pai pródigo. Para tanto, com a finalidade de reaver o patrimônio, teria que utilizar a velha máxima do "no pain, no gain" novamente.

O que conta é o esforço próprio, enfim.


Filosofia de butequim, mas é isso...

terça-feira, março 20, 2007

Os Bonnies no Abril Pró-Rock


O Abril Pró-Rock, este ano, vai contar com uma presença potiguar.

Trata-se de "Os Bonnies", banda formada pelos ilustres amigos Olavo Luiz (baixo e vocais), Arthur "Tampa" Rosa (guitarra base e vocais), Thiago "Tijolo" Silva (guitarra solo e vocais) e Rafael Barros (bateria). No cenário natalense, certamente pode se elencar como uma das bandas mais promissoras da cidade e, quiçá, possa alçar vôos mais altos.

Posso dizer(porque tenho acompanhado) que os caras passam por um longo período de criatividade que rende e ainda vai render muitos frutos pro Rock`n Roll "sincero", como nós conhecemos.

Para saber mais da banda, veja aqui.

Além de músicas, tem desenhos, textos, animações (greiosas, por sinal) e algumas fotos.

Confiram. E quem tiver oportunidade de ir pro Abril Pró-Rock, vejam a programação.

De rocha,boy....

segunda-feira, março 05, 2007

Entretenimento pra caba hômi


De volta aos trabalhos, posto aqui o incrível western"Sete Homens e Um Destino" e o clássico-maior de Scorcese: "Touro Indomável", filmes que vi nesse período de ócio criativo, para deleites de entretenimento.

O primeiro é uma reunião dos caba mais bruto que Holywood poderia reunir : Yul Brynner e a sua experiência de russo(tem gente mais bruta que russo?), Steve McQueen e seu carisma sempre característico(também notado em "Papillon" e "Bullit"), Charles Bronson(a palavra "Charles Bronson" já é auto-explicativa pra explicar a brutalidade humana) e James Coburn(o vara-pau mais feio da história do cinema, empatado com Ron Perlman), além de Eli Wallach(antes de ter a feição de bom velhinho gerada por filmes- mamão com açúcar como "O Amor não Tira Férias) como o inimigo do povoado mexicano defendido pelos 7 mercenários.
O filme já começa mostrando pro que veio com a magnífica trilha sonora - das mais marcantes da história do cinema(ainda me pego assobiando a musiquinha). Não vou antecipar tudo porque não é minha função aqui de revelar o filme pra quem nunca assistiu, mas só por uma cena do filme chamo atenção: a do bar na cidadezinha na fronteira EUA-México, em que os camponeses mexicanos avistam um homem repleto de cicatrizes e um comenta: "Esse aí deve ser bom pra chamar pro nosso grupo", enquanto o outro rebate: "Eu recrutaria o homem que fez essas cicatrizes nele."
O segundo é a melhor reunião Scorcese-De Niro, na minha franca opinião (a parceria rendeu ainda "Taxi Driver,"Os Bons Companheiros", "Cassino" e outros...).
Conta a história real de Jake La Motta, boxeador dos anos 40 e avassalador contra seus oponentes. É um dos relatos mais sinceros da auto-destruição humana, demonstrado tanto no ciúme possessivo que sentia pela mulher quanto pelas dúvidas em relação à natureza de seu caráter.
Há uma clara referência a outro grande personagem do cinema: Terry Malloy(Marlon Brando em "Sindicato dos Ladrões") e a famosa frase"I could be a good man, I could be a contender", repetida por Jake La Motta nas suas reflexões pessoais.

Hoje em dia, qualquer referência ao faroeste que não seja a cowboy viado não mais se aplica e os bons filmes de boxeador já ficaram saturados, exceto a continuação de "Rocky Balboa", que ganha respaldo por se tratar da conclusão definitiva de um clássico do cinema.

Fiquem com esses filmes e aprendam um pouco com os caba!!!

No mais, é isso....

Retorno às atividades

O ano de 2007 começou de verdade para esse blog.
Depois do carnaval e do término da monografia deste blogueiro, retorno às atividades em definitivo.
Novas idéias e projetos pra tornar esse ambiente de ócio criativo cada vez mais produtivo.
Será que o público leitor e assíduo retorna?
Questão de tempo,vamo ver...

Sejam bem vindos à guerra.

domingo, março 04, 2007

Mais dois dias

Devo ter perdido boa parte dos escassos leitores que ainda frequentavam esta página, mas tudo é questão de recuperar.

Daqui a dois dias, o Pior é a Guerra retornará!!!

Palavra de escoteiro...

quarta-feira, janeiro 24, 2007

Alarme falso

Não, não estou passando aqui pra postar alguma coisa interesssante. Aliás, quem é que ainda lê este blog,hein?. Espero voltar a ter um público leitor quando eu chegar em definitivo no mês de fevereiro, quando já vou ter terminado a ben(mal)dita monografia.

Afirmo ainda que este ano esse blog promete, esperem só um tiquinho...

sábado, dezembro 30, 2006

Antes do ano romper...

Última postagem neste blog antes do ano romper...

Se esse blog fosse uma esposa, ele certamente já teria me abandonado, tamanha a negligência com que o tenho tratado.

Próximo ano promete: especificamente a partir de fevereiro. Será quando já terei me livrado da monografia de final de curso. Terei mais tempo, portanto, de falar a respeito de coisas, tanto triviais quanto de caráter relevante, como a execução de Saddam no dia de hoje.

Falando nele, a vaga pra secretário em assuntos pandeísticos de Satã, se é que já não foi preenchida, está sendo disputada por Hussein e Pinochet. No ano passado, o próprio Satã, após o terceiro reinado milenar seguido, cedeu a sua vaga para Ronald Reagan.

No mais é isso, desejo um 2007 mais útil, promissor e satisfatório para todos, porque 2006 deixou um pouco a desejar, né mesmo?

terça-feira, dezembro 19, 2006

Ainda sobre trânsito

Voltando ao assunto de trânsito, segue dica de site indicado pelo ilustre blogueiro Boni Daijiro, do Diário de Um Liso.

O Insurance Hotline taxa a lista dos signos mais propensos à ocorrência de acidentes de trânsito.

No topo da lista dos mais propensos à acidentes, tem-se Libra em primeiro, Aquário em segundo e áries em terceiro.

No finalzinho da lista dos menos propensos, temos Câncer em décimo, Gêmeos em décimo-primeiro e Leão em décimo-segundo.

Dentro da lógica contida nos signos, isso significa que eu, geminiano, estou melhor na fita do que meus irmãos (arianos impulsivos).

Portanto, passem esse carro pra mim logo,boys, comigo é mais seguro...

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Mais um no trânsito

Depois de um ano na luta pela carteira de motorista, consegui o aval do DETRAN-RN num reteste prático.

Agora só um carro pra praticar...

Enquanto não chega a oportunidade do primeiro automóvel, Deixo aqui algumas músicas sobre o tema pra os prestativos leitores curtirem durante a semana:

Parei na Contramão - Roberto Carlos
Drive My Car - Beatles
Paralelas - Belchior
No Toca Fitas do Meu Carro - Bartô Galeno (:D)
Tentando Entender as Mulheres - Mundo Livre S.A.
Eu Quero Ver o Oco - Raimundos
Brand New Cadillacs - The Clash
Atropelamento e Fuga - Skowa e a Máfia

Quem tiver mais sugestões de músicas, é só postar aqui

Prudência e atenção também é fundamental. Cuidado nas festas de final de ano,boys.

Tá dado o recado.

Tema pra filme cabeçudo

Um ilustre amigo - leitor deste blog, fará uma viagem com seu pai de carro por volta de dois dias.

Destaque-se que os dois não se falam a um bom tempo em virtude da separação familiar e da distância da figura paterna.

Meu amigo rotula o pai como um esquizofrênico (comprovado clinicamente) que tem uma personalidade fria e pouco apegadaaos laços familiares. Diz que o velho só pensa em dinheiro e, resumindo, é um galado...

A história real da viagem pode até inspirar mais um daqueles filmes cabeçudos sobre família(quantos vocês já viram como esses?), com um Bill Murray desses da vida no elenco, tais como Flores Partidas.

Começo a pensar logo naquele estilo de road movies familiares nos quais a tendência são a ocorrência de acontecimentos surreais, papos cabeça, choro, discussão sobre a ausência paterna e no final uma baita de uma reconciliação à la Frank Capra, com direito a um problema súbito de saúde do pai nesse meio tempo de viagem.

Uma história que tende a dar um roteiro de filme massa...

Ou então, um filme de suspense,vai saber...

Conte depois, boy, o que aconteceu...

Espiem só

Tem um texto pedreiral escrito por mim em 13/11/2006 que foi publicado hoje.

Pode-se vê-lo acessando os posts daqui de baixo.

Fico devendo estes posts pros diletos leitores que cobraram os meus relatos cariocas, os quais foram infelizmente dispersos no tempo. Danniel Angrychair e Raphael Alô (este último é personagem do texto a que me referi) cobraram incessantemente a atualização deste blog cretino...

Ei-lo.

sexta-feira, dezembro 15, 2006

Retorno

De volta a Natal desde o dia 03 de dezembro, não me interesso em me desculpar pelo tempo de abandono deste blog.
Esses aperreios do cotidiano fodem a capacidade criativa de qualquer um..e foi justamente isso que aconteceu.

O balanço do incompleto "Diário Carioca",considerando-se resumidas observações no mês todo no Rio de Janeiro foi esse:

- Ipanema: Reúne o mais conhecido do Rio de Janeiro em matéria de mulher, mulher e mulher. É massa...
- Petrópolis: conhecendo o Museu Imperial, percebi o quão desnecessário(mas que é bonito é) foi gasto pra manter aquela luxuosidade toda em tempos de um Brasil miserável.
- Lapa: Um centro histórico respeitável. Templo da boemia carioca e bairro revitalizado nos últimos anos. A cultura carioca se afirma por lá.
- Copacabana: É a Ponta Negra carioca: anda suja, tem muito gringo e puta.
- Búzios: O mais deslumbrante litoral do Rio de Janeiro que conheci nessa viagem.
- Barra da Tijuca: Mantive distância dos rolé de lá. Caro demais.
- Violência: Vi nada, apesar de andar bem atento pelas ruas da cidade.
-Redentor: De lá se percebe o quanto a cidade do Rio de Janeiro é bonita e desigual.
........................................................................................................................................................................

A foto do MAC fico devendo pra próxima semana, em outro post.....
Agora é botar essa porra de blog pra funcionar. Qualquer observação perguntem a este que vos fala.

segunda-feira, novembro 27, 2006

MAC e América

Precisei ligar pra o ilustre amigo Julião na noite de sábado pra saber o resultado do América no Mineirão e arrancar uma boa notícia. Por sorte, não assisti ao jogo(certamente teria passado por fortes emoções) e fui pra Niterói com minha amiga Flávia conhecer o Museu de Arte Contemporânea, projetado por Oscar Niemeyer. Tiramos umas fotos por lá e ainda tivemos a oportunidade de conhecer e, com nossas mãos, elaborar pequenas obras de arte (bom, claro que de acordo com o conceito contemporâneo de arte...). Daqui a alguns posts mostrarei algumas fotos do projeto artístico, aguardem...

E parabéns,Mecão...Próximo ano Natal volta a sediar jogos da Série A.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Ou vai ou racha

Acompanhando do Rio de Janeiro a escalada do glorioso América de Natal à uma provável Primeira Divisão, nada é tão decepcionante quanto a derrota para o Santo André num Machadão lotado. Um empate garantiria de bate pronto a classificação. A cidade estava em festa - foguetório, carreata,o escambal. Tenho a impressão que o salto alto deve ter influenciado.
Outra oportunidade é possível, dessa vez sábado contra o Galo - campeão antecipado da Segundona. Como o Galo pretende dar festa pra torcida mineira, resta ao América ir no vai ou racha pra um empate ou uma difícil vitória.
Com a derrota, não significa permanência na Segundona.O Paulista, 2 pontos abaixo, precisa vencer o eliminado Brasiliense no Distrito Federal. Caso dê empate, a classificação segue pra equipe americana.

Agora é fazer figa pra uma possível festa na volta a Natal.

Homenagens




Faço aqui uma homenagem póstuma a duas personalidades que fizeram história cada uma a seu modo e em seu meio de profissão e mais do que nunca incorporam o espírito do "pior é a guerra" icorporado neste blog.
O primeiro trata-se do maior jogador de futebol antes da era Pelé: o húngaro Ferenc Puskas. Líder do forte escrete húngaro - maior selecionado de futebol de sua época, Puskas só não ganhou Copa do Mundo. Perdeu a final de 54 para a Alemanha. Até aí, já era um motivo pensar que "pior é realmente a guerra".
O "pior", porém, viria com desentendimentos do craque(que fazia parte do exército nacionalisto húngaro) com o governo comunista de seu país, sob forte pressão soviética. A solução foi fugir para a Espanha, aonde lideraria o Real Madrid ajudando a montar um dos melhores times do mundo com Di Stefano. Puskas só voltaria à Hungria após a dissolução do regime, onde retomaria o posto de herói nacional e serviria de exemplo.Morreu aos 79 anos, de Mal de Alzheimer.
O segundo é o diretor norte-americano e um dos maiores incentivadores do cinema independente, Robert Altman. O "pior é a guerra" vem justamente de um de seus filmes mais célebres: a comédia de humor negro M.A.S.H(1970). O filme parodia a incômoda situação da Guerra do Vietnã, presente à época, sob a ótica da Guerra da Coréia, em 1952. Relata o cotidiano de cirurgiões médicos encarando a vida de maneira cômica , diante do horror das mutilações e carnificina humana. A lógica é a mais que acertada: "Faça amor(humor), não faça a guerra". Altman morreu aos 81, de complicações cardíacas.
Tá dado o recado.

Lapso temporal

Quem estranha o fato de eu estar postando agora, depois de onze dias de lapso, não estranhe(e nem imagine que fui "esmagado" pela violência do Rio de Janeiro). Decorre que nos dias da semana o estágio na Agência Nacional do Petróleo tem tomado um bocado de tempo, sem contar nos finais de semana em que fui pra Ipanema,Búzios,Lapa,Petrópolis e mais algumas localidades.
Nao sei se relatando algumas histórias sobre o Rio de dez dias atrás vai ajudar a resolver alguma coisa. Já não seria um relato do cotidiano carioca, como eu planejava.
Bom, aguardem novos relatos, não vai demorar muito.

segunda-feira, novembro 13, 2006

A floresta, o "tranco", a chapa quente e o Redentor 11/11/2006


Esse texto foi escrito há um mês atrás,mas foi esquecido de postar... Um retrato de um dia pelo Rio de Janeiro. O tempo já expirou, enfim,usufruam-no...

Sábado com temperatura de 11 graus no Rio de Janeiro. Ainda não tive a oportunidade de um dia de sol com chances boas de ir pralguma praia famosa aqui na Cidade Maravilhosa.

Oportunidade boa pra conhecer o Redentor. Saímos do Recreio por volta de umas 14 horas - Eu, André e Rafael, este último inclusive, apesar de carioca, não anda pelo Redentor há mais de 20 anos. Pra ele, uma oportunidade de revisitar o ponto turístico mais lembrado do Rio. Pra mim, uma oportunidade única de conhecer finalmente "boy jeja"(apelido pinta rês de Jesus Cristo) lá do alto.

A viagem pro Corcovado incluiu uma passagem pela estrada sinuosa da Floresta da Tijuca - a maior floresta urbana do mundo, segundo consta. Um dos detalhes é que à medida que se subia, mais frio se tornava.

Para o Corcovado, pode-se incluir diversos caminhos por pontos diversos da cidade. Como se verificaria depois, o caminho pela floresta não seria dos mais profícuos...

Depois de inúmeros aclives e declives pela estrada do Corcovado na Tijuca, chegamos finalmente a um ponto no qual seguir-se-ia um caminho livre para acesso.

O que não sabíamos, e isso teria fundamental importância para os parágrafos nos quais escreverei a seguir, é que o caminho que achamos pela floresta estava interditado para carros. Inclusive uma cancela fechava o tal caminho. Mas o tal do "jeitinho" brasileiro, tão personificado pelo carioca, incorporou-se e abrimos a tal da cancela para seguirmos passagem.

No caminho proibido, via-se pedestres e ciclistas no sentido contrário ao nosso caminhando pela floresta. Claro que nos pareceu, nesse momento, que o caminho ia dar em merda, mas decidimos seguir. Qualquer coisa inventaríamos alguma desculpa.

Até apareceu um senhor sem camisa (corajoso,por sinal, vide o frio que fazia por lá) perguntando-nos se nós éramos da polícia ou se tínhamos permissão pra andar por ali. A informação que damos era de que a cancela estava aberta, portanto poderíamos passar. Que nada,boy.

O fim da linha aconteceu após encontrarmos um carro escrito "Tourism Police", ou "polícia de turismo". O policial dirigindo o carro já olhou atravessado para nós e pediu para nós pararmos. No que o sujeito perguntou:
- O que vocês estão fazendo aqui?
- Tamo indo por Corcovado.
- Como? Se a cancela da passagem tava fechada? A cancela só abre às 18h para carros.(eram umas 15:30h)
- Ué, nós vimos a cancela aberta e achamos que podíamos ir. Não tá certo não?(pelezagem explícita)
- Estranho...(o policial não disse mais nada)
A opção foi dar a volta pra pegar um outro caminho(desta vez pelo bairro da Tijuca). Ainda teríamos que ter tempo de abrir a cancela e deixá-la aberta para o policial imaginar que realmente estava. Conseguimos, de fato.
....................................................................................................................................................................
Escapando do "tranco", fomos em direção pelo caminho do bairro da Tijuca. Rafael e André informaram que ali era um dos bairros "chapa quente" do Rio. Outrora, havia sido um bairro bastante elitista. Com o passar dos anos, a favelização transformou o bairro e hoje se trata de um bairro de classe média rodeado de favelas. A criminalidade pegou por lá.
Pelo mesmo caminho, mais um bairro chapa quente: o Estácio. Um dos maiores índices de violência da capital. Dizem que por lá dá tiroteio como caju dá no pé.
----------------------------------------------------------------------------------------------
Feito o caminho, passamos pelo bucólico bairro de Santa Tereza (famoso pelas narrativas de Machado de Assis) até ir pela estrada que daria para o Corcovado.

Frio do cão por lá, como de praxe nesses tempos de inverno. Chegando ao Redentor, avistamos um complexo turístico fuderoso.

O que impressiona é a vista panorâmica da cidade maravilhosa e os contrastes que se pode observar a partir dali. A "triste e linda" zona sul contrastando com a lírica conturbação dos morros e a desordem da zona norte. Cabe ainda destacar a imensidão da Baía da Guanabara, a Ponte Rio- Niterói e enrome mancha negra que degrada a Lagoa Rodrigo de Freitas.

Observações da tarde, por ora é só...

Observações rotineiras 09_10/11/2006

Das idas e vindas do caminho no ônibus Recreio-Centro, pude analisar algumas coisas sem precisar de guia:
- O Leblon é de longe o melhor bairro da Orla Sul, além de parecer bem mais barato. Mais tranquilo, calçadão com mulher bonita, clima de barzinho de esquina, pouca prostituição, além de lembrar bossa nova a cada rua.
- Copacabana dá mais turista que carioca mesmo. E prostituta a rodo. Terra de malandro também.
- A Barra é uma cidade dentro do Rio. Tem gente que não precisa sair de lá pro outro lado da cidade. Opção não falta. Dinheiro também não. Metro quadrado mais caro do Rio. É o bairro dos playba e das pat.
Por ora é isso mesmo.
-

Atualizando

Os dias de estágio na ANP pela semana além do final de semana pra conhecer pontos da cidade do Rio de Janeiro e um artigo jurídico pra entregar nesta próxima quarta me impossibilitaram de atualizar essse blog.
Bom,lá vai.
Atualizando...

quarta-feira, novembro 08, 2006

Rolé - 06_07/11/2006

Permitam-me postar sobre estes dois dias e de uma só vez. Não é muito interessante descrever sobre uma rotina diária (que realizar-sé-á no mês todo) da casa para um local de trabalho. Ainda tem a volta no ônibus.
O Recreio é um bairro bastante afastado do Centro da cidade, onde se localiza o prédio da ANP. Preciso acordar de 5:50 da manhã para pegar um ônibus de 6:50, o qual realizará um longo percurso até o Centro. Cerca de uma hora e quarenta minutos de viagem e muito trânsito pelo caminho. O ônibus anda pela orla sul, das belas praias de São Conrado até Copacabana. É normal no início ficar deslumbrado com a bela paisagem urbana da orla, mas sinto que a partir da sexta-feira a sensação já será de encarar as coisas na normalidade e com um certo abuso.Resta a torcida pra chegar logo no Centro da cidade.
O trabalho dura das 09:00 às 18:00. Minha amiga Flávia, também de Natal e que estagia comigo, é a companhia de horas de trabalho, com uma aptidão imensa pra rir o tempo inteiro e bastante terna, o que gera diversão no itinerário. Ela está perto do Centro e me disse que já conhece boa parte dessa região. Estamos combinando para conhecer mais coisas da parte do centro: cinemas, museus, bibliotecas, mercados, etc.
O pessoal da ANP é simpático e prestativo. No meio do itinerário, em horário de almoço, e nos horários livres, rola dicas sobre a noitada no Rio de Janeiro e as opções em cada bairro da cidade.
Andar aqui pelo Centro, na volta, está se tornando tarefa bastante tranquila. Desmistifiquei já a idéia de que a violência poderia surgir a qualquer momento. Por ora, nada de mais. O caminho para o Recreio, o qual, à volta, parece ainda mais longínquo, se apresenta sem grandes surpresas.
No mais, é isso.